United Week #1: Björk


Oi, amigos, como estão? Espero que estejam bem =)

Esse é o primeiro post da United Week \0/

Primeiro de tudo, se vc quer saber o que é isso, dá uma olhada nessa breve explicação aqui, depois volta pra cá e acompanhe o primeiro post, cujo tema é Universo Feminino.

Ok, quando vc lê isso em algum lugar, a primeira coisa que te passa pela cabeça é make, look do dia, higiene íntima e afins, mas não perca seu tempo virando os olhos nem fazendo o Obama achando que vai ter mais do mesmo, pq dessa vez vc vai ler sobre uma das maiores artistas femininas que vc vai conhecer na vida: Björk!

Eu conheci a dona da Islândia cantora, compositora e produtora primeiramente de nome, referenciada como uma das artistas preferidas da Amy Lee, e mais tarde tive meus primeiros contatos com o trabalho dela através da minha amiga Luanna, lá por volta de 2009, quando ela me apresentou ao hino Army of Me, que até hoje é minha música favorita. Mais tarde, ela me emprestou o Vespertine, de 2001, e como eu tava vivendo um período de descobertas musicais e expansão intelectual, o álbum me conquistou logo na primeira vez que escutei. Depois disso fui ouvindo os outros discos (que também ganhei de presente da Luh) e conhecendo as letras, os visuais e até hoje acompanho a carreira dela.

Quando a Björk lançou o Vulnicura eu fiz uma resenha aqui, mas ainda não tinha falado sobre a arte dela como um todo, e há algum tempo listei 10 motivos pra vcs conhecerem o seu trabalho, que planejava postar na categoria de música, mas com a United Week achei uma boa ideia esperar e fazer desse post algo mais interessante, aproveitando o tráfego maior que o projeto vai proporcionar.

Sem mais, 10 motivos pra começar a ouvir Björk já 0/


01 - O talento dela não se limita à música.

Começar a falar sobre a Björk é sempre complicado, pq embora uma das primeiras coisas que despertam interesse em seu trabalho seja aquele timbre estranho e agudo, com um inglês carregado de sotaque e ritmos que fogem o tempo todo do óbvio, ela faz muito mais que cantar. Ela compõe todas as suas músicas, seja sozinha ou em parceria, toca instrumentos clássicos e modernos, produz seus discos, atua, é ativista política (vide Declare Independence, do disco Volta, de 2007) e defende a preservação da natureza da Islândia.

Björk também fica de olho nos desafios que uma mulher enfrenta quando escolhe seguir carreira na música. Numa entrevista recente, ela disse que se pudesse aconselhar cantoras mais novas, na faixa dos 20, ela diria que "Não, vcs não estão imaginando coisas" pq, segundo ela (e segundo o que toda mulher sabe), o que um homem diz uma vez, uma mulher tem que repetir 5 vezes até as pessoas acreditarem. Na entrevista em questão, ela estava explicando que essa mentalidade limitada e machista faz com que nem todo mundo acredite que ela tenha produzido seus álbuns.

Mas quem a conhece sabe que ela costuma fazer o trabalho completo.


Cena do clipe de Human Behaviour, do disco Debut (1993)

02 - Ela só trabalha com quem ela quer, e gosta de parcerias "de verdade".

Björk já disse que às vezes recusa algumas parcerias musicais a fim de manter sua integridade artística. Não é que ela não esteja ciente do quão lucrativo seria pra sua carreira. Acontece que ela é guia da própria arte e sabe o que fazer pra não comprometê-la. Numa entrevista de 2007, ela acabou se irritando com um repórter que a comparou com uma espécie de "vampira" musical que absorve cada pessoa com quem trabalha numa única entidade, ela própria. Nessa entrevista, ela explica que embora as pessoas normalmente digam que trabalham de um modo diferente em sua companhia, ela não gosta que haja inferioridade de uma das partes, mas que os dois colaboradores precisam trabalhar como dois iguais. Björk também disse que o modo como os produtores de música pop em geral trabalham é "imoral", por saírem copiando sons daqui e dali para compor uma canção. "Eu prefiro trabalhar com a pessoa a copiá-la", ela disse.

03 - Já foi vista como desastre fashion, mas... não está nem aí.

Sem querer polemizar mas já polemizando, muito antes de a Lady Gaga sair deixando todo mundo de boca aberta com seus figurinos conceituais, Björk já sabia muito bem o que os recursos visuais podem fazer pelo trabalho de um artista quando o assunto é roupa. Seja nos clipes, shows e premiações, as escolhas dela estão sempre em harmonia com a fase artística e com sua personalidade. O vestido de cisne usado no Oscar em 2001, por exemplo, é um dos figurinos mais peculiares e comentados da cantora até hoje e teve seu lugar naquelas listinhas imbecis sobre looks femininos em premiações. Como não bastasse, em determinado momento ela saiu botando "ovos" no tapete vermelho (!!). Sobre isso, ela disse à CDNow: "Eu sabia bem quando fui para a Academia que seria minha primeira e última vez. Então pensei que minha entrada deveria mesmo ser sobre fertilidade, e pensei em trazer alguns ovos."

Existe uma página na Wikipédia sobre o vestido de cisne. Björk o usou pra fazer a capa do Vespertine, e sobre a escolha do cisne ela disse: "Não sei realmente pq estou obcecada com cisnes, mas como eu disse, tudo a respeito do meu novo álbum [Vespertine] tem relação com o inverno e é um tipo de pássaro branco invernal [...] É uma daquelas coisas com as quais estou envolvida demais para descrever. Quando vc fica obcecado com alguma coisa, consegue explicá-la 5 anos mais tarde, mas no momento não sabe exatamente o pq. Agora mesmo, os cisnes meio que representam um monte de coisa." Se vc quiser vídeos, tem esse aqui com a apresentação da música I've Seen It All, do disco Selmasongs (2004).



04 - Ela não tem medo de clichês.

Coração partido é um dos temas mais pisados que existem. O mais recente disco, Vulnicura (2015), é quase todo inspirado no término de seu relacionamento de longa data com Matthew Barney. Björk disse que nunca havia escrito nada do tipo, com letras tão “adolescentes”. Ainda que falar sobre esse assunto seja um clichê, ela encarou o desafio e escreveu o disco o mais rápido que conseguiu. Ao lado de cada letra no encarte do CD, há uma data indicando quando a canção foi escrita em relação ao rompimento. Todos os clipes do Vulnicura são inovadores, tendo sido feitos em 360˚. Ela ganhou até uma capa virtual de uma revista inspirada no álbum, com o uso da mesma tecnologia.

No entanto, a turnê do Vulnicura é bem diferente da do Biophillia (2011) com aquela tecnologia toda: os shows tem sido feitos com cordas, tudo bem simples, para dar mais espaço para o experimentalismo vocal. Ano passado, inclusive, saiu o disco Vulnicura Strings, com versões acústicas de todas as músicas do último álbum.

05 - Ela simplesmente não se contenta em fazer música do jeito tradicional.


Não é de agora que Björk brinca com peculiaridades sonoras. Ela começou lançando um disco homônimo aos 12 anos, com todas as músicas cantadas em islandês, e comprou um piano com o dinheiro das vendas. Mais tarde, conheceu o movimento punk e entrou para a banda Spit and Snot. Depois disso, passou pra uma banda post punk chamada Exodus. A fama chegou quando entrou pro Sugarcubes como vocalista na década de 80. Nos anos 90, seguiu carreira solo e lançou o disco de música eletrônica Debut. Mas seu lugar era mesmo com o experimentalismo. Embora tenha começado na música de um jeito tradicional, Björk diz que os instrumentos clássicos não são o bastante para suas necessidades artísticas, o que fica evidente na mistura desconcertante de sons e influências, que vão do jazz ao post punk, de artistas considerados clássicos à música contemporânea.

06 - Ela consegue fazer música usando os instrumentos mais esquisitos...

O Biophillia, que é um dos meus discos preferidos, não foi composto com instrumentos comuns. Parte dele nasceu de um iPad. De acordo com Björk, a ideia desse trabalho era unir tecnologia, natureza e música. Seguindo essa linha, foram criados instrumentos especialmente para o álbum, como as Gravity Harps (harpas de gravidade), presentes em todo o trabalho mas sobretudo na música Solstice. Também, uma bobina de Tesla foi usada como instrumento em Thunderbolt.

07 - ...Bem como fazer música sem usar instrumento nenhum.

Sim, isso também é possível: no disco Médulla (2004), os únicos “instrumentos” usados foram sons de vozes. Por essa razão, a divulgação do álbum em turnês ficou inviável. O trabalho contou com a colaboração de vários artistas, incluindo Mike Patton, vocalista do Faith No More, que emprestou sua voz para as músicas The Pleasure Is All Mine e Where Is The Line.


Cena do clipe de Moon, do disco Biophillia (2011).

08 - Ela acredita que tecnologia e educação precisam andar de mãos dadas.

O Biophillia não se limitou aos formatos convencionais mp3, CD e vinil: ele foi o primeiro disco no mundo a ser lançado no formato de app. Há algum tempo, foi anunciado que o app do álbum seria usado em aulas de Ciências em escolas do ensino fundamental no continente europeu, o que significa que a cantora acredita que a tecnologia é uma grande aliada do aprendizado.

No app, cada música ganhou uma versão interativa acompanhada de imagens que se movimentam conforme o ouvinte queira. Os sons também podem ser modificados de acordo com os movimentos do usuário: isso quer dizer que as notas de cada música podem ser recombinadas na ordem desejada, formando uma música inteiramente nova.

Ah sim: o app tá disponível na Play Store.

09 - Uma década antes do Biophillia, ela tinha feito um álbum (quase) inteiramente num laptop.

O Vespertine é o CD mais “calmo” da carreira da cantora, por ter sido composto numa fase introspectiva, durante a qual Björk pensou que deveria "voltar pra casa" e se reencontrar. Ela usou sons eletrônicos criados apenas com um laptop, e produziu a maior parte do trabalho.

10 - E por último, mas não menos importante e impressionante: ela já cantou em português!

Levando em conta que o português e o islandês não possuem raízes em comum, é natural que seja um desafio e tanto para um brasileiro dizer qualquer coisa em islandês quanto o contrário. Mas Björk tem uma paixão pela música brasileira, tanto que fez um cover muito fofo de Travessia, do cantor Milton Nascimento, e disse que parte da inspiração para música Isobel, do disco Post (1995) veio da Elis Regina. Vc não vai conseguir captar todas as palavras logo na primeira vez que ouvir sua versão de Travessia, mas o esforço de cantar numa língua tão diferente da sua valeu a pena.




E esse é primeiro dia de United Week aqui no blog! Pra quem não conhecia a Björk, espero que tenham gostado de ler sobre ela, e no caso de quem já conhecia, que tenha passado uns bons minutos lendo sobre a islandesa. É claro que não deu pra falar de tudo, afinal são 30 anos de carreira e tanto projeto que a própria artista decidiu parar de catalogar o trabalho há tempos hahaha Eu queria seguir falando dos meus discos preferidos e dos conceitos por trás de algumas músicas, mas se Deus quiser ainda vou ficar nesse blog por algum tempo e não vai faltar oportunidade de fazer post a respeito.

Um beijo e até o dia #2! =)







Comentários

  1. Quanta informação incrível! Deu pra perceber que você gosta super dela!
    Não a conhecia, me pareceu dona de uma personalidade muito forte e que não abre mão dos seus valores. Eu até gostei do vestido de cines e essa parte de botar ovo vou até pesquisar se tem vídeo haha, super maneiro. Me lembrei das músicas que eu fiz durante meus relacionamentos conturbados, também componho e identifico as datas em que escrevi as músicas <3 É um tema batido, mas sempre bom de expôr em músicas.
    Eu fico muito feliz de ver artistas internacionais se arriscando no português e apreciando as músicas daqui!
    Mal posso esperar pelos próximos posts. Realmente se tratando de universo feminino muita gente pensa em maquiagem, moda, etc. mas dá para abordar de acordo com muuuitas realidades, sempre é bom explorar outros horizontes!
    Beijos

    De cara com a Juh

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    1. Mulher, esse post foi tão trabalhoso que nem sabia se um dia ia conseguir terminar hahahaha Mas sim, eu amo o trabalho dela e sentia que tava me devendo escrever tudo isso aqui! Deve ter uns vídeo da premiação espalhado pelos youtube da vida, mas nunca procurei nada além desse que linkei, da música. Curioso vc anotar as datas, as obras acabam virando uma espécie de calendário, né?
      É muito legal ver a música brasileira ser levada a sério, tanto por artistas daqui mesmo quanto pelos de fora, ainda mais de lugares tão remotos quanto a Islândia, e quando se trata de artistas femininas então, é ótimo!
      Obg por comentar!
      Um beijo!

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  2. Eu não conhecia! Sério! E acabei de me apaixonar por ela, que mulher é essa? Toda cheia de si e poderosa!
    Adoro esses ícones femininos que são verdadeiramente empoderadas, que encaram de frente a mídia e qualquer tipo de crítica negativa e mesmo assim são firmes e incrivelmente maravilhosas!

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    1. Björk = Rainha! hahahaha realmente, tem muita coisa pra se falar sobre ela nesse sentido! É muito bom trazer pro blog exemplos de artistas que fazem MESMO arte e que por isso inspiram outras pessoas, principalmente mulheres! Que bom que tu gostou de conhecer ela!
      Um beijo!

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  3. Que legal! E que grande admiração você tem por ela. Eu não a conhecia, nunca ouvi uma sequer música dela. Mas já vou procurar! Gostei do estilo dela, gosto de pessoas com personalidades e estilos diferentes. ❤

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    1. Sim, já pelo tempo que a conheço, nunca pude enjoar dela, pq sempre tem algo que eu descubro w torna tudo mais interessante hahaha Mas procura sim, no começo vai até estranhar, mas depois vc se acostuma :P
      Um beijo!

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  4. Adorei conhecer ela, com personalidade forte!
    Vou procurar a musica para ouvir.
    Bjs
    www.guriaantenada.online

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    1. A música? Mas ela tem várias hahahaha
      Um beijo!

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  5. Olha eu já tinha ouvido falar da cantora na minha aula de fotografia no primeiro semestre de jornalismo. A professora citou ela, pois a mesma havia trago uma imagem da cantora, que por ventura tinha ficado bem legal. Gostei dos seus motivos e eles me deram vontade de conhecer as músicas dela.

    Até mais!
    Karolini
    womenrocker.blogspot.com

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    1. Realmente, ela trabalha pesado no lado visual! A música é tãi louca quanto ela, sabe? Espero que vc goste!
      Um beijo!

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  6. Eu não a conhecia e preciso dizer que: ela é linda! Adoro quando um artista faz mais de uma coisa, e não trabalha pelo dinheiro, mas porque gosta, já que assim, ele produz algo de qualidade! Achei muito legal essa relação do seu post com o tema! :)
    Cheiro de Pipoca

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    1. Vitória, ela com certeza é linda! E é o que se pode chamar de artista completa, o que a deixa ainda mais bonita! A ideia desse post era realmente fugir do clichê, mas de qualquer forma foi bom participar do desafio e dar mais espaço à criatividade hahaha
      Um beijo!

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  7. Quando eu era mais nova, tinha medo dessa molier HSUAHUSHIUAHUS e sempre achei que ela fosse francesa :o
    Adorei conhecer mais da vida dela!
    A Bela, não a Fera | Youtube A Bela, não a Fera | Fã Page no Facebook

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    1. Pra falar a verdade, até hj tenho um pouco de medo dela kkkkkkkkk É tanta coisa legal sobre a carreira dela que não cabe num post só! :P
      Um beijo!

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  8. Nossa ela é fantástica mesmo, inclusive ela também se aventurou no cinema atuando e cantando no filme "Cantando no Escuro" né? acho esse filme lindo <3

    Amei o post, beijos!
    http://entregalaxiasblog.blogspot.com.br/

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    1. Sim, é verdade! E ela ainda ficou responsável pela trilha sonora! Confesso que não conheço muito bem o lado atriz dela, mas procurarei saber mais!
      Um beijo!

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  9. Caramba, esse post teve o timing perfeito. Eu só conheço uma música dela, aquela em que ela grita e sussurra (não lembro o nome) e que é uma delícia de ouvir. Sempre tive curiosidade de conhecer mais, mas a preguiça fala mais alto haha. Com todas essas informações que você deu, com certeza agora eu vou atrás.
    Abraço!

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    1. ahahahaha obg ^^ A música que vc tá falando por acaso tem ritmo de jazz? Se for, é It's Oh So Quiet, e é bem divertida, mesmo! Corre lá pra ouvir os outros trabalhos dela qe são incríveis!
      Um beijo!

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  10. Menina, sempre que venho aqui me impressiono com o modo que você me faz sentir "em casa" haha. Mas, voltando ao post, eu já conhecia um pouco da Bjork, porém não sabia como ela é fascinante! Sério, conforme fui lendo me deu vontade de baixar todas as músicas e começar a ouvi-la agora mesmo! (Só não o faço porque estou no laptop alheio :/ )
    Outra coisa que achei super interessante no seu post é o app que a Bjork criou, eu já tinha visto ele no celular de um amigo mas nunca imaginei que poderia ser um álbum em forma de aplicativo, isso é tão GENIAL ♥
    Obrigada mesmo por colocar seu coração nesse blog e nos mostrar coisas maravilhosas, abraços,
    Nanda
    nandalandia.com

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    Respostas
    1. Nanda, é assim que eu sonho que todos os meus leitores se sintam, e faço o maior esforço pra que isso aconteça! Que bom que vc se sente tão bem aqui ^^E sim, a Björk é uma das mulheres mais inspiradoras e fascinantes que já tive a chance de conhecer! Infelizmente não consegui baixar o app por motivos de: a memória interna do meu cel é uma bosta, mas algum dia irei explorar tudo o que o app oferece *0*
      Again, muito obg por vir aqui!
      Um beijo!

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